Créditos de carbono em usinas solares: como funciona a receita adicional
Além da receita da geração de energia, uma usina solar de investimento pode gerar receita adicional por meio de créditos de carbono — um mecanismo que remunera projetos que evitam ou reduzem a emissão de gases de efeito estufa.
Como funciona
A energia solar substitui fontes de geração mais poluentes, o que pode ser certificado e transformado em créditos de carbono negociáveis. A Maia pode estruturar esse projeto de carbono junto com a usina, com potencial de gerar uma receita líquida anual estimada entre R$10.000 e R$15.000 por usina, ao longo de um período de até 10 anos.
Pontos importantes para o investidor
- Os valores de créditos de carbono variam conforme as condições do mercado — não são fixos nem garantidos.
- A estruturação do projeto de carbono é feita em paralelo à implementação da usina, sem custo adicional de gestão para o investidor.
- Essa receita se soma ao fluxo de caixa da geração de energia, mas depende da validação e certificação do projeto.
Outras estratégias ambientais complementares
Além do crédito de carbono, projetos de energia solar também podem se beneficiar de certificações como I-REC (International Renewable Energy Certificate), que atesta a origem renovável da energia gerada — relevante para empresas com metas ESG.
Quer entender se um projeto específico é elegível para créditos de carbono? Fale com a Maia.