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Investidores08 de agosto de 2026

Como funciona o investimento em usinas solares e qual o retorno médio

Investir em uma usina solar de geração distribuída significa participar da construção e operação de um ativo real de infraestrutura energética, com retorno projetado geralmente entre 1,5% e 2,7% ao mês em cenário conservador, e payback estimado de 3 a 4 anos — valores que variam conforme localização, tipo de conexão e condições comerciais de cada projeto.

Como o investimento é estruturado

O caminho mais comum é a estruturação via SPE (Sociedade de Propósito Específico): uma empresa criada exclusivamente para deter os ativos daquela usina, isolando o projeto financeira e juridicamente de outras atividades. O investidor participa dessa SPE — como sócio ou detentor de cotas, conforme o modelo do projeto específico — e a usina é registrada no seu CPF ou CNPJ.

De onde vem o retorno

A receita principal vem da geração e comercialização da energia produzida pela usina. A isso podem se somar receitas complementares, quando aplicável ao projeto:

O que define o retorno e o payback de cada projeto

Não existe um número fixo válido para qualquer usina — cada projeto tem indicadores próprios (TIR, VPL, payback) calculados a partir de:

Riscos e como são mitigados

Como qualquer investimento em ativo real, há riscos — variação na geração de energia, mudanças regulatórias, condições de mercado. A Maia reduz esses riscos com análise técnica, financeira e regulatória prévia de cada projeto, estrutura societária dedicada e acompanhamento contínuo da operação. Ainda assim, não há garantia de retorno: os indicadores apresentados no memorando técnico-financeiro de cada projeto são sempre projeções em cenário conservador, não promessas.

Quer receber o memorando técnico-financeiro de um projeto específico? Solicite o memorando de investimento da Maia Energias Renováveis.